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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

CONTRA OS ATAQUES À PREFEITURA DE ITAOCARA-RJ

Gelsimar Gonzaga, prefeito de Itaocara RJ
A primeira Prefeitura do PSOL no Brasil, em Itaocara-RJ, vem sofrendo diversos ataques dos Partidos tradicionais. O Prefeito de Itaocara, RJ, Gelsimar Gonzaga, do PSOL, é vitima de uma tentativa de golpe orquestrado por vereadores conservadores que não suportam o fato de que a cidade escolheu uma política diferente para dirigir o município.

A gestão do prefeito Gelsimar Gonzaga, em consonância com o projeto do PSOL, radicaliza a democracia e não aceita governar de acordo com os ditames dos políticos tradicionais. Não aceitamos o jogo da política tradicional e não compramos apoio político. Assim, a Camara Municipal de Itaocara abriu uma CPI por motivos infundados, que tem como pando de fundo golpear uma administração que rejeita categoricamente fazer um governo de coalizão com partidos tradicionais que não representam a vontade de mudança demonstrada, nas urnas, pelo povo de Itaocara.

O PSOL jamais aceitará governar sob pressão dos interesses econômicos. Somos expressão de uma nova cultura, de uma nova política, democrática e de base, refutamos acordos partidários estranhos a vontade do povo. Portanto, o PSOL Pelotas se solidariza com o companheiro Gelsimar Gonzaga e se coloca a disposição para enfrentar o retrocesso que querem implantar, por meio de um golpe, na Prefeitura de Itaocara.


TODO APOIO A GELSIMAR GONZAGA.
CONTRA O GOLPE CONSERVADOR EM ITAOCARA. 

Executiva Municipal - PSOL Pelotas.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Campanha do PSOL Pelotas será objeto de investigação científica

A campanha eleitoral do PSOL Pelotas foi um grande sucesso. Além de obter os 25,272 votos na majoritária e os quase 7 mil votos na proporcional, será, agora, objeto de Trabalho de Conclusão de Curso do Instituto de Sociologia e Política da Universidade Federal de Pelotas. A graduanda Camila Santos fará seu trabalho tendo como tema a campanha do PSOL Pelotas 2012 e será orientada pelo Doutor Daniel Mendonça, Professor da UFPel. O blog do PSOL pedirá aos autores a publicação do trabalho neste espaço. Desde já, ficamos muito felizes pelo reconhecimento e nos colocamos a disposição para contribuir em tudo que estiver ao nosso alcance.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

PSOL cresce nas eleições 2012


O Partido Socialismo e Liberdade cresceu nas eleições municipais de 2012 em relação ao pleito anterior, em 2008. Foram eleitos 49 vereadores e um prefeito. O PSOL ainda disputa o segundo turno em Belém (PA) e Macapá (AP).
O primeiro prefeito pelo PSOL é Gelsimar Gonzaga, eleito com 44,26% na cidade de Itaocara, município do Noroeste Fluminense. Ex-cortador de cana, Gelsimar tornou-se dirigente sindical nos anos 1980 e ajudou na fundação do PT, naquela década, e do PSOL, em 2005. “O objetivo é se tornar exemplo do que o partido pode vir a fazer em outras cidades no futuro. Somos uma cidade pequena, mas é exatamente por isso que podemos nos tornar exemplo de gestão transparente e responsável para todo o país”, afirmou em entrevistas à imprensa.
Na capital Belém, o PSOL participará do segundo turno das eleições. Edmilson Rodrigues obteve 32,58% da preferência do eleitorado e disputará o cargo de prefeito contra Zenaldo Coutinho (PSDB), que obteve 30,67%.
Em Macapá, a disputa acontece entre Clécio Luís, votado por 27,88% do eleitorado, e Roberto Góes (PDT), que conseguiu 40,16% dos votos.

Câmara de Vereadores

O PSOL elegeu 49 vereadores pelo interior do Brasil e em importantes capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, Salvador, Fortaleza, Natal, Maceió, Goiânia, Belém e Macapá.
Em ordem alfabética por estados, a relação dos eleitos:

AL – Maceió: Heloísa Helena
AL – Maceió: Guilherme Soares
AP – Itaubal: Diene Bulhões
AP – Macapá: André Lima
AP – Macapá: Professor Madeiro
AP – Porto Grande: Professor Glauber
BA – Aurelino Leal: Professor Marcos
BA – Aurelino Leal: Flávia da Cascata
BA – Salvador: Hilton Coelho
CE – Fortaleza: João Alfredo
CE – Fortaleza: Toinha Rocha
GO – Goiânia: Elias Vaz
MA – Pindaré-Mirim: José Victor Magalhães Cruz
MA – Trizidela do Vale: Dalcileno da Silva
MG – Antônio Dias: Japão
MG – Caratinga: Gilson Pena
MG – Santo Antônio do retiro: Diva
MG – Santo Antônio do Retiro: Zé Paquito
MG – São José da Varginha: Nelson Nonato
MG – Sete Lagoas: Ismael Soares
MG – Timóteo: Matinho
PA – Belém: Marinor Brito
PA – Belém: Meg Barros
PA – Belém Fernando Carneiro
PA – Belém: Dr. Chiquinho
PA – Agarapé-Açu: Professor Anderson
PA – Portel: Ronaldo Alves
RJ – Itaocara: Fernando Arcenio
RJ – Niterói: Paulo Eduardo
RJ – Niterói: Renatinho
RJ – Niterói: Henrique Vieira
RJ – Rio de Janeiro: Paulo Pinheiro
RJ – Rio de Janeiro: Eliomar Coelho
RJ – Rio de Janeiro: Renato Cinco
RJ – Rio de Janeiro: Jefferson Moura
RN – Natal: Sandro Pimentel
RN – Natal: Marcos do PSOL
RS – Porto Alegre: Pedro Ruas
RS – Porto Alegre: Fernanda Melchionna
RS – Viamão: Augustão
SC – Florianópolis: Afrânio Boppré
SP – Altinópolis: Zé do Carmo
SP – Campinas: Paulo Bufalo
SP – Capivari: Dr. André
SP – Jardinópolis: Paulo Dentista
SP – Presidente Alves: Eloísa Cabeleireira
SP – São Paulo: Toninho Vespoli
SP – Vinhedo: Rodrigo Paixão
SP – Vinhedo: Valdir Barreto

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

PSOL gaúcho deve expulsar integrantes por coligações dissidentes no RS



O Diretório Estadual do PSOL não concordou com a expansão do partido por meio de alianças fora dos critérios definidos pelo partido. Nas eleições de 2012 só foram admitidas coligações com PCB e PSTU – mas em Montenegro, por exemplo, o vice-prefeito eleito pertence ao PSOL. Luiz Américo Alves Aldana compôs a chapa com Paulo Azeredo (PDT). “Independente do resultado da eleição as regras precisam ser cumpridas. Ele ter sido eleito é irrelevante”, afirma o presidente do PSOL/RS, Pedro Ruas.
Além de Aldana, outros nove integrantes do diretório municipal devem ser expulsos nos próximos 30 dias. Já em São Lourenço do Sul, oito filiados ao partido vão sofrer ‘afastamento compulsório’. O PSOL chegou a integrar um ampla aliança com PP, PDT, PTB, PMDB, PSC, DEM, PSB e PSDB no município da Costa Doce. No entanto, a executiva estadual obteve vitória na Justiça Eleitoral e a sigla acabou excluída da coligação. “Mesmo que eles não tenham buscado recurso, manteremos posição firme”, assegura Ruas. O partido ainda investiga denúncias de apoio extra-oficial em outros municípios do estado.
Com informações da RBS.

Publicado originalmente no SUL 21: http://sul21.com.br/jornal/2012/10/psol-gaucho-deve-expulsar-integrantes-por-coligacoes-dissidentes-no-rs/

terça-feira, 16 de outubro de 2012

VOTO DE PROTESTO - Consciente e Coerente - UM NOVO CONCEITO

      A palavra "voto" significa manifestação de vontade ou preferência que fazem os participantes de uma eleição ou assembleia. A palavra "protesto" significa declaração formal pela qual se reclama contra alguma coisa. Considerando os termos e tendo plena consciência da minha opinião, posto neste texto o que significa, na minha percepção, o termo "Voto de Protesto" que muito é mencionado em época de eleição.
     Nas greves feitas por servidores públicos há protestos como forma de reivindicar sobre leis trabalhistas que lhes indicam grande respeito, mas que, muitas vezes, o governo vai de encontro com tais leis, algumas, constitucionais, como a do piso nacional dos professores (há conflitos na constitucionalidade da lei e os governos usam desse conflito para não pagá-la), por exemplo. Nesse contexto a palavra "protesto" tem a função como "busca por algo melhor". No entanto, criou-se uma definição para a palavra "voto de protesto" que se distancia do termo mencionado anteriormente que é o voto dado a uma figura cômica.
     A mídia é a principal fonte que forma opiniões na sociedade. Muitas pessoas por confiarem nos meios de comunicação baseiam-se pela opinião e deixam de questionar os termos usados e suas possíveis interpretações. Portanto, usar o voto como forma de reivindicar é afirmar que, a população estando insatisfeita com a política e seus representantes, protesta contra isso votando em algum candidato que é considerado símbolo de mudança. Mas isso não seria o óbvio?
  Nas campanhas eleitorais feitas no Brasil não há democracia. O tempo disposto aos candidatos não é o mesmo, com isso, quem tem mais tempo para propor os seus projetos
consegue, consequentemente, maior atenção para conquistar a confiança do público. Quando, na verdade, a ideia deveria ser um espaço para que as pessoas pudessem avaliar os candidatos, criticar, questionar e escolher, de acordo com sua afinidade ideológica, o candidato e o partido a votar.
   Por isso, votar em protesto de forma consciente e coerente é ter a percepção de como grandes partidos fazem para ter mais espaço, mais campanhas publicitárias com o dinheiro público que poderia estar sendo investido na educação, na saúde, por exemplo. E, com essa percepção, concluir que agem sem pensar na ideologia do partido, mas considerando apenas a vitória. Aplica-se a isso o pensamento de Maquiavel: "Os fins justificam os meios.", mas os meios são corruptos, por isso, injustificáveis.
  A participação popular na política é essencial para o fortalecimento da democracia. Tornando o horário eleitoral democrático, as campanhas democráticas o cidadão - tendo a percepção do que é a política e dando merecida atenção e participação durante todos os anos, fora das eleições – viverá, enfim, em uma democracia.
  Votar em protesto de forma consciente e coerente é estar votando a favor de tempo igual na televisão, de menores gastos em campanhas publicitárias e maior conscientização e participação popular na política. Voto de protesto consciente e coerente deve ser feito quando percebemos que a reforma política já foi prevista e não sai do papel por que os partidos consagrados na história do Brasil não têm interesse nela. Pois, sem essa reforma continuam tendo privilégios nas épocas de eleições fazendo do Brasil, um país cada vez menos democrático.

Maiara Marinho é estudante de Sistemas para Internet do IF-Sul Pelotas e militante do PSOL Pelotas

domingo, 14 de outubro de 2012

NOTA PÚBLICA DO PSOL AOS ELEITORES DE PELOTAS

O Partido Socialismo e Liberdade de Pelotas, em plenária de filiados e apoiadores realizada neste dia, para avaliar o 1º turno eleitoral e definir posição quanto ao 2º turno, vem declarar o que segue:
Os 25.272 votos recebidos pelos companheiros Jurandir e Júlio para a Prefeitura e os mais de seis mil votos para vereador do PSOL demonstram que a sociedade pelotense está dizendo um basta à política tradicional, às campanhas milionárias e ao festival de promessas feitas sem nenhuma responsabilidade e conexão com a realidade.
Nossa campanha foi feita com pouquíssimos recursos financeiros, mas com muita criatividade e sinceridade, por pessoas comprometidas com a construção de um mundo diferente e que não eram remuneradas por isto, como dizia uma camiseta que se espalhou pela cidade às vésperas da eleição: “Não ganho um real, tô na rua por ideal”!
Foi esta forma diferente de fazer política que conquistou os corações de tantos pelotenses e que está fazendo com que a política nunca mais seja a mesma após estas eleições em Pelotas.
Hoje, o PSOL se torna o polo de uma proposta alternativa para a cidade, baseada na discussão dos reais problemas de nossa população e comprometida com a participação direta de todos, onde a DEMOCRACIA REAL se constrói no cotidiano das lutas sociais dos jovens, dos trabalhadores, das mulheres, dos negros, dos homossexuais e de todos aqueles discriminados pela sociedade do capital e do consumo.
Assim, tendo em vista a realização do 2º turno das eleições no próximo dia 28 de outubro, avaliamos que as duas propostas que estarão sendo julgadas pelos eleitores pelotenses não apresentaram nada de novo em suas campanhas, além das promessas e da forma usual e burocrática de administrar, relegando aos eleitores o mero papel de assistentes de suas velhas formas de fazer política.
Portanto, cientes do papel que o PSOL tem a cumprir na legítima defesa dos interesses do povo de nossa cidade e das grandes possibilidades que abrem-se após a confiança depositada por tantos eleitores e avaliando que nenhuma das duas candidaturas tem este compromisso, liberamos nossos eleitores para que, a partir das questões aqui apresentadas e das propostas que serão defendidas pelos candidatos durante a campanha deste 2º turno, definam seu voto de acordo com sua consciência.
Por uma Pelotas Popular e Sustentável! Viva o PSOL! Viva o Socialismo e a Liberdade!


Pelotas, 13 de outubro de 2012.



Partido Socialismo e Liberdade/Pelotas



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Marlon Campos e Alexandre Maciel são 50!

Marlon Campos e Alexandre Maciel já responderam. Responda você também "Por que voto 50" e participe da nossa campanha interativa.